NOTÍCIAS -
Trabalhadores votam a pauta da saúde 2010
05/03/2010Tarde de discussão do plano de atividades da saúde
Na tarde de quinta-feira, no auditório do Cine Ritz na Capital, foi realizada a primeira assembléia geral da saúde. No encontro, os trabalhadores presentes discutiram os principais pontos da pauta e encaminharam assuntos importantes para a categoria geral. A assembleia abriu com a proposta de aprovação dos nomes para reorganização da diretoria atual. “Os cargos estavam em vacância, e para recompor os cargos da direção e reforçar a atuação da entidade na base, o item foi colocado em votação”, explicou a presidente do SindSaúde, Edileuza Garzia Fortuna.
A festa anual do SindSaúde também passou por aprovação, e está garantida no calendário do ano. Os trabalhadores também tiveram a chance de expor sugestões, dúvidas ou críticas. Uma das contribuições da tarde foi a realização do 1 Congresso Sindical da Saúde, para debater questões referente ao trabalhador e atuação no SUS. Para instrumentalizar os trabalhadores em ano eleitoral, foi sugerido um programa para conhecer os planos dos candidatos. Uma conversa mais próxima para trocar ideias e cobrar cumprimento de promessas e responsabilidade pós-eleição. O objetivo é estimular o envolvimento político da categoria na fiscalização da gestão do estado, seu dever de participar e direito de exigir melhorias e contrapartida pública. A proposta foi bem aceita por ampla maioria.
Outro ponto que chamou a atenção foi o retorno da conversa com a SES, que aconteceu na última terça-feira (02). A diretoria questionou sobre a existência de um projeto para incorporação do abono, conquistado no ano passado. Assim como as condições de atendimento nos hospitais públicos, que beiram ao caos. A secretaria disse que está estudando reposição do salário do servidor, e a possibilidade de incorporação do abono. O tema auxílio alimentação é mais polêmico para o Governo, que ainda não se manifesta com clareza sobre o assunto.
A gratificação por produtividade só para médicos de UTI e emergência foi uma das queixas da categoria. O benefício não é estendido ao restante dos profissionais – como técnicos de enfermagem, enfermeiros e etc, que integram a logística do serviço. A implantação da NR 32 no serviço público também foi lembrada como prioridade, como ponto de partida na defesa da saúde do trabalhador nos hospitais públicos e também privados. Outra colocação foi referente ao entendimento sobre a estrutura SUS, e como os servidores podem ajudar a implantar o sistema na íntegra. Mas para isto é necessário mais informação.
Fonte: SindSaúde/SC

