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Com o Fórum Catarinense em Defesa do Serviço Público, diretoria do SindSaúde/SC pressiona deputados em Brasília para barrar PLC 257
05/05/2016

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Com o Fórum Catarinense em Defesa do Serviço Público, diretoria do SindSaúde/SC pressiona deputados em Brasília para barrar PLC 257

Estamos nos dias decisivos para a entrada em votação do PLC 257/2016 na Câmara Federal.  E  a diretoria do Sindicato está em Brasília pressionando os deputados federais pela reprovação desse projeto que, entre outros cortes, congela nossos salários por pelo menos dois anos. Líderes das bancadas e deputados catarinenses em geral estão sendo abordados e recebendo um documento assinado por diversas entidades sindicais, que representa um apelo dos servidores municipais, estaduais e federais contra o prosseguimento do PLC 257. Ao todo 38 entidades, entre sindicatos, associações, federações, movimentos e centrais assinam o documento.

VOTAÇÃO DEVE FICAR PARA DEPOIS DO IMPEACHMENT

É o que avalia o relator da matéria, deputado Esperidião Amin (PP). Segundo ele, a expectativa na Casa é de que, mesmo com o regime de urgência constitucional, o projeto não entre em plenária antes da decisão preliminar do prosseguimento do impeachment no Senado, estimada para quarta-feira (11/5).

Outro fator que pode mudar os rumos do PLC 257 é o afastamento do até então presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), determinado pelo STF na manhã de hoje (5/5). Cunha ainda vai recorrer da decisão, mas a repercussão do seu afastamento ainda pode trazer novidades para os servidores públicos em relação ao Projeto.

GOVERNADORES FALAM EM RECOMEÇAR DO ZERO

Com a expectativa de que prossiga o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff (PT), e ela seja afastada do cargo por 60 dias, governadores que lideraram as negociações sobre os juros das dívidas dos estados com a União já trabalham com a possibilidade de recomeçar o diálogo com uma nova equipe econômica, no caso a indicada pelo atual vice-presidente Michel Temer (PMDB), que assumiria em caráter provisório a presidência.

Isso também pode frear, por ora, a tramitação do PLC 257, que é fruto de meses de negociação entre os governos estaduais e a equipe econômica do governo Dilma.

 

 

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