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Redução de equipes no SAMU em regiões brasileiras gera sobrecarga e riscos ao atendimento de urgência
30/04/2026

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Redução de equipes no SAMU em regiões brasileiras gera sobrecarga e riscos ao atendimento de urgência

O avanço de medidas que fragilizam o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em diferentes estados do país acende mais um alerta para a saúde pública brasileira. Casos recentes em Belo Horizonte e no Mato Grosso, por exemplo, evidenciam um processo que não é unificado, mas parte de uma mesma lógica sistemática de cortes, reestruturações e redução das equipes.

Em Mato Grosso, a fusão do SAMU com o Corpo de Bombeiros resultou em demissões, fechamento de bases e diminuição da capacidade de resposta do serviço. Já em Belo Horizonte, a proposta de redução de profissionais nas equipes compromete diretamente o tempo de atendimento e a qualidade do socorro prestado.

Essas iniciativas seguem um método desastroso: reduzir custos às custas da vida.

O SAMU não é apenas um serviço de transporte, mas uma política estruturante do SUS, baseada em equipes multiprofissionais qualificadas. Cada corte nas equipes representa mais tempo de espera para a população e sobrecarga para os trabalhadores.

O que está em curso não é apenas uma reestruturação administrativa, mas um processo de enfraquecimento de uma política pública essencial. Defender o SAMU é defender a saúde pública de qualidade.

Nenhum trabalhador a menos!

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