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Trabalhadores/as da Unimed não podem pagar o pato
07/10/2016

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Trabalhadores/as da Unimed não podem pagar o pato

O Sindicato protocolou no dia 2 de setembro a pauta de reivindicação dos/as trabalhadores para o Acordo Coletivo de Trabalho 2016/17. No dia 28 de setembro, a Unimed respondeu ao Sindicato com propostas que rebaixam e retiram direitos dos/as trabalhadores/as.

  Na última reunião de negociação, o Sindicato solicitou a presença da direção executiva da Unimed, porém ninguém compareceu. Mandaram os chefetes reafirmando a posição final da Unimed. Esta atitude mostra que a Unimed não quer negociar e somente impor sua vontade, jogando nas costas dos trabalhadores o custo dos devaneios praticados pela direção da empresa.

 Os/as trabalhadores/as não têm cartões corporativos, não têm viagens para o exterior, não decidem sobre a compra e construção de palacetes para agradar os egos megalomaníacos de uma administração fantasiosa – como o cúmulo de alugar um terreno, construir nele, e ter que devolver por que o dono aumentou o aluguel a níveis impagáveis! Alguém ganhou com isso, e não foi o/a trabalhador/a !

 A Unimed sempre anuncia seu GRANDE crescimento mas, na hora de valorizar a alimentação do trabalhador, CONGELA PELO 2º ANO CONSECUTIVO O VALE REFEIÇÃO, negando-se a repor a inflação do período que chega a 22 %.

Nos salários, insiste em só repor a inflação, mas NUNCA DEU AUMENTO REAL aos trabalhadores/as. Todos os gastos com pessoal fazem parte das planilhas de custo quando a Unimed decide reajustar os planos de saúde, porém na hora de cortar despesas a empresa demite quase 1/3, 30% do seu efetivo, desfazendo-se de trabalhadores/as com muitos anos de casa que progrediram no plano de cargos e salários. Assim enxugam a

 folha, sobrecarregando os/as demais trabalhadores/as, que tiveram seu volume

 de trabalho multiplicado.

Por isso o SindSaúde/SC reafirma e aguarda os DIRETORES EXECUTIVOS PARA NEGOCIAR, pois se tem disposição para sentar com banqueiros para renegociar investimentos (e não dívidas!, porque a construção de um hospital não pode ser

 considerado um prejuízo), tem que sentar com  trabalhadores/as e dizer claramente que querem que o/a trabalhador/a pague pelas ingerências de suas administrações.

Queremos negociar com o Dr. Théo Bub, Dr. Felipe Wohlgemuth, Dr. Waldemar de Souza Jr, Dr. José Zambonato e Dra. Denise Bousfield da Silva. Não queremos marionetes negadoras de direitos, já que repor as perdas não é mais que obrigação da empresa, que já repassou os reajustes ao usuário.

 Nenhum direito a menos!

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